PITANGA (Eugenia uniflora)

pitanga

Ocorrência – de Minas Gerais ao Rio Grande do Sul
Outros nomes – pitangueira, pitangueira vermelha, pitanga roxa, pitanga branca, pitanga rósea, pitanga do mato.
Características – espécie semidecídua que pode chegar a 12 m de altura, com tronco tortuoso, irregular, liso com manchas claras acinzentadas, provenientes da eliminação da casca fina, em placas, com 30 a 50 cm de diâmetro. Folhas simples, opostas, ovadas ou ovado-oblongas, de bordos lisos, glabras, de coloração verde-escuro quando maduras e claras na brotação, brilhantes e sub-coriáceas, parcialmente caducas por ocasião do aparecimento das flores, com 3 a 7 cm de comprimento por 1 a 3 cm de largura. Flores brancas, reunidas em 2 a 6 feixes terminais ou na axila das folhas ou nos ramos, ligeiramente vistosas, pedicelo longo. Fruto baga, de vermelho-escuro até arroxeado, globoso, de superfície lisa, sépalas da flor persistentes no fruto, na forma de uma coroa apical, com 7 a 8 sulcos longitudinais. Rebrota intensamente das raízes, além de apresentar boa regeneração natural em locais favoráveis. Um Kg de sementes contém aproximadamente 2.350 unidades.
Habitat - formações florestais do complexo atlântico da floresta de encosta até a restinga e, nas matas do interior desses estados (floresta estacional semidecidual).

Propagação – sementes
Madeira – moderadamente pesada, dura, compacta, resistente, de longa durabilidade natural.
Utilidade – a s flores são melíferas e os frutos avidamente consumidos pelas aves, peixes e pelo próprio homem. Frutos de perfume agradável e sabor doce, usados ao natural, em geléias, doces, refrescos. Espécie muito cultivada em pomares domésticos e de grande potencial para reflorestamentos. Ainda é utilizada como ornamental.
Florescimento – agosto a novembro
Frutificação - outubro a janeiro


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