AROEIRA (Schinus Terebinthifolius)

aroeira

Nomes populares
aroeira-mansa, aroeira-vermelha, aroeira, aroeira-precoce, aroeira-pimenteira, aroeira-da-praia, aroeira-do-brejo, aroeira-negra, aroeira-branca, aroeira-do-campo, aroeira-do-sertão, fruto-de-raposa, aroeira-do-paraná, fruto-de-sabiá, coração-de-bugre. aguaraiba, bálsamo, cambuí
Características morfológicas
Altura de 5-10 m, com tronco revestido de casca grossa de 30-60 cm de diâmetro. Folhas compostas imparipinadas, de 3-10 pares de folíolos de 10-15 cm de comprimento por 2-3 cm de largura.
Ocorrência
Pernambuco até Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul, em várias formações vegetais.
Madeira
Moderadamente pesada, mole, bastante resistente, e de grande durabilidade.
Utilidade
A madeira é utilizada para moirões, esteios, lenha e carvão. A árvore é muito ornamental, principalmente durante o longo período em que os frutos persistem na planta. Pelo porte pequeno, é indicada para a arborização de ruas estreitas e sob fios elétricos; entretanto, pode causar alergia à pessoas sensíveis que entram em contato com suas folhas. As flores são melíferas. É uma das espécies mais procuradas pela avifauna, sendo portanto, útil nos reflorestamentos heterogêneos destinados à recomposição de áreas degradadas de preservação permanente.
Informações ecológicas
Planta perenifólia, heliófita e pioneira, comum em beira de rios, córregos e em várzeas úmidas de formações secundárias; contudo, cresce também em terrenos secos e pobres. É amplamente disseminada por pássaros, o que explica sua boa regeneração natural. Sua dispersão é ampla, ocorrendo desde a restinga até florestas pluvial e semidecídua de altitude.
Fenologia
Florescce principalmente durante os meses de setembro-janeiro e frutifica predominantemente no período janeiro-julho.

Informações do livro Árvores Brasileiras, de Harri Lorenzi, da Editora Plantarum.




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